Revista Entremeios
ISSN 1809-0338 (impresso)
ISSN 2526-9496 (online)
Publicação Anual
   Rio de Janeiro, 09/05/2021

Edição: Volume 13, número 1, jan-jun./2017
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Da revista feminina à revista feminista: entre o correio sentimental e a militância terapêutica
Por: Ana Beatriz Rangel Pessanha da Silva


As atuais narrativas de resistência do corpo feminino traduzem um embate relevante para o feminismo contemporâneo: mídia tradicional x representações em rede. É recorrente a acusação do “padrão irreal” estabelecido pela mídia, e não por acaso revistas online feministas surgem como arma política. Uma tradição dos periódicos femininos, reformulada ao longo do tempo, é o “correio sentimental”, indicando o uso da narrativa da intimidade como estratégia de comunicação para as mulheres. O objetivo do trabalho é analisar três revistas feministas online criadas entre 2014 e 2015 — Capitolina, AZmina e Lado M — buscando entender como se entrelaçam os códigos de visibilidade contemporâneos do corpo e da subjetividade e as estratégias políticas. Como se dão as rupturas e continuidades dessa narrativa da intimidade agora como discurso militante e terapêutico? A pedagogia do especialista deu lugar à palavra de ordem da ideologia?

Palavras-chave
Gênero; Narrativas; Feminismos; Jornalismo; Relatos Autobiográficos.

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Present narratives of female body resistance translate a relevant conflict to contemporary feminism: traditional media versus network representations. The allegation that media sets unreal standards is recurrent and, not by chance, online feminist magazines emerge as a political weapon. The “sentimental mail” is a female periodical tradition that has been remodeled over time, which suggests the use of intimate narrative as a strategy to communicate with women. The purpose of this work is to analyze three online feminist magazines created between 2014 and 2015 – Capitolina, AZmina and Lado M –to understand the interrelation of contemporary visibility codes for the body and subjectivities, as well as political strategies. How breaks from and continuities with these intimacy narratives happen now as both militant and therapeutic discourses? Has specialist pedagogy given room to the watchword of ideology?

Key-words:
Gender; Narratives; Feminisms; Journalism; Autobiographical Descriptions.

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Da revista feminina à revista feminista


Edição: Volume 13, número 1, jan-jun./2017


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